Formação ao Longo da Vida

Ana Bela Cabral

Ana Bela Cabral


Mais do que um imperativo legal, a formação ao longo da vida tornou-se uma necessidade. É a única forma eficaz de acompanhar as evoluções tecnológicas e comunicacionais, de mantermos dinâmico o nosso percurso profissional e, em simultâneo, de evoluirmos enquanto indivíduos.
A Lei n.º 7/2009 de 12 de Fevereiro (artigos 130.º a 134.º) obriga as empresas portuguesas a proporcionar 35 horas de formação certificada a cada um dos seus trabalhadores. O incumprimento desta norma acarreta a instauração de contra-ordenações graves, e põe em causa a melhoria da qualidade e da produtividade do trabalho, bem como as condições de competitividade da empresa.
A lei é clara noutro aspeto: essa formação deve ser dispensada por Entidade Formadora Certificada.
  
Independentemente dessas formalidades ou de um vínculo laboral contratual, a formação profissional deveria ser encarada, tanto por empregadores, como por empregados e trabalhadores independentes, como uma oportunidade de progressão profissional e de evolução pessoal.
Aqui ficam algumas das muitas vantagens da formação ao longo da vida:
– Novas oportunidades de emprego;
– Participação mais ativa na sociedade;
– Maior autonomia e aquisição de competências transversais;
– Acompanhamento das rápidas evoluções científicas e tecnológicas;
– Aquisição de novas formas de organização do trabalho;
– Aumento da motivação para o trabalho;
– Melhoria dos processos, produtos e serviços;
São múltiplas e variadas as áreas de formação que mais contribuem para essa consolidação. Contudo, na sequência da globalização e da externalização de serviços, a formação linguística adquire um lugar cada vez mais prioritário no panorama das opções formativas.

Partilha esta publicação

Share on linkedin
Share on facebook
Share on twitter
Share on print
Share on email
Comentários recentes

    Deixe uma resposta

    O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *